quinta-feira, 26 de junho de 2014

O PRAZER DE EXPERIMENTAR A CURA DAS FERIDAS DA ALMA

O PRAZER DE EXPERIMENTAR A CURA DAS FERIDAS DA ALMA

Comentário para a lição 13 da revista Betel da Escola Bíblica Dominical, "Enfermidades da Alma", escrita pelo Pr. Israel Maia.

Texto Áureo:

"Senhor, tu me sondaste e me conheces. Tu conheces o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento." Salmo 139.1-2.

Verdade Aplicada:

As enfermidades da alma podem ser devastadoras. Mas não incuráveis. Jesus é a cura!

   Chegamos ao final de mais um trimestre, e que trimestre abençoador para nós! Que o Senhor continue abençoando o Pr. Israel Maia, por ter sido instrumento do Senhor para abençoar a todos nós,  e nos despertar sobre a realidade e a importância destes temas para a Igreja do Senhor!

      Vimos através desse trimestre o quanto o ser humano é único, e especial, a coroa da criação de Deus (Gn 1.26). No entanto, devido ao pecado de nossos primeiros pais, como consequência todos nós estamos sujeitos as enfermidades, não apenas físicas mas emocionais e espirituais,  e , mesmo que tenhamos entregue nossa vida ao Senhor,  precisamos ser tratados por Ele sempre em todas as áreas de nossas vidas.

   Quantas enfermidades da alma! Como vimos no decorrer do trimestre, sentimentos que apesar de parecerem comuns, podem nos "travar" e nos impedir de experimentar a vontade de Deus em nossas vidas: O medo de rejeição,  a angústia, as conseqüências da timidez, complexo de superioridade e seus efeitos, A crise existencial e a necessidade de aceitação,  Combatendo o mal do século a depressão, Complexo de culpa o tormento da alma humana, A inveja, um veneno mortífero para a alma. Complexo de inferioridade e o medo de rejeição,  aprendemos como o perdão é a cura para o rancor.

   E nada como terminar este trimestre com a seguinte verdade: Jesus é a cura para as enfermidades da alma. Isto não significa que não devemos em algumas situações buscar a ajuda de um profissional para tratamento, No entanto vemos na Palavra de Deus a reconfortante verdade que não fomos apenas criados por Deus, mas que também Ele nos entende.

   No Samo 139, vemos Davi expresando sua confiança em Deus nesse Salmo, adimirado com a onisciência e a onipresença do Senhor. Vemos que Ele se maravilha com a Onisciência de Deus (139.1-6), se maravilha em saber que Deus também é Onipresente (139.7-12). Essas verdades também nos devem causar admiração e temor e nos levar a adorar ao Senhor. Mas também devem nos trazer refrigério assim como trouxe ao salmista Davi. Esse Deus onisciênciente e Onipresente se preocupa pessoalmente comigo (139.13-16), tendo um plano para cada um de nós (139.17-22). Essa verdade permeia toda a Palavra de Deus, atingindo o seu ponto alto da revelação divina em nosso Senhor Jesus Cristo. Ele é o Emanuel, Deus conosco (Mateus 1.23), que deixou para seus discípulos de todas as eras a reconfortante verdade que Ele conhece as suas ovelhas (João 10.14), e que Ele estará conosco todos os dias até a consumação dos séculos (Mateus 28.20).

   Apesar de reconfortante, essas maravilhosas verdades não anulam a nossa responsabilidade pessoal. Muitas situações que denominamos "maldições hereditárias", na verdade são consequências de nossas próprias atitudes, e reprodução de comportamentos aprendidos do meio em que vivemos. O Senhor em sua Palavra já combatia esse pensamento quando diz em Ezequiel 18.20:

"A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a maldade do pai, nem o pai levará a maldade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele."

   No entanto em Cristo temos sempre uma nova chance, pois Ele e sua obra efetuada por nós na cruz nos desviam da rota de destruição:

   "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." (2 Coríntios 5.17).

   Vemos também em Romanos 12.2, que devemos buscar a renovação do nosso entendimento sobre a nossa estrutura emocional, para experimentarmos as maravilhas da graça de Deus em todas as áreas de nossas vidas.

    Que Deus te abençoe sempre, e que o "mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito,  e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo." (1 Tessalonicenses 5. 23).


Ev. Alan

quinta-feira, 19 de junho de 2014

PERDÃO, O ANTÍDOTO PARA O RANCOR.

PERDÃO, O ANTÍDOTO PARA O RANCOR.
(Lc 15.11,12, 20, 29; Mq 7.18-19).

"Comentário para a lição da Escola Bíblica Dominical, "Enfermidades da alma", escrita pelo Pr. Israel Maia, editora Betel.

Introdução

Uma outra definição para rancor, segundo o dicionário Aurélio:
"rancor: 1. Aversão profunda ou ressentimento amargo, não raro reprimido, ocasionado por algum ato alheio que causa dano material ou moral. 2. Recordação tenaz e hostil de tais atos ou de acontecimentos análogos.

1. RANCOR, UMA FERRAMENTA DE DESTRUIÇÃO

 O ódio inveterado é aquele sentimento de rancor, ocasionado por alguma situação ou atitude de alguém e que não teve uma atitude de perdão, ficando guardado dentro do coração da pessoa, e que sempre que lembrado, causa esses momentos de profunda tristeza e negativismo.

1.1 O amargor, produzido pelo rancor (Atos 8.23).

O rancor sobrevive pelo alimento que damos para ele. O "consolo" de Esaú era o desejo de matar o seu irmão Jacó. Não é diferente hoje daquelas pessoas que aparentemente tem prazer em nutrir sentimentos de rancor por alguém, no entanto isso lhes traz muitos malefícios, pois geralmente o rancoroso é o mais afetado em nutrir esse sentimento.

1.2 O Rancor enfermidade devastadora.

Como a definição acima do dicionário diz, o rancor começa reprimido, no coração,  porém se ele não é logo reconhecidoe tratado, gera consequências devastadoras, pois pode tornar a pessoa agressiva e de comportamento frio e apático em relação ao próximo, até mesmo contra pessoas que não são objetos diretos do seu rancor. Envolvem pessoas alheias a situação. Em efeitos A vida da própria pessoa pois o rancor, como outras doenças emocionais, pode trazer prejuízos, enfermidades físicas.

1.3 O Rancor também ocorre por causa do ressentimento.

O próprio significado da palavra ressentir explica uma provável origem do rancor, pois ressentir significa primeiramente "sentir novamente". A atitude constante de "remoer" uma situação ou ofensa recebida origina esse sentimento que pode levar a essa enfermidade da alma, onde a pessoa na primeira oportunidade que tem pode tomar atitudes vingativas. Por exemplo, vemos na Palavra de Deus, a atitude de Herodias que nutria sentimentos de rancor e ressentimento contra João Batista (Mc 6.22 - 27). Na primeira oportunidade, ela agiu com atitude de vingança,  ocasionando a morte do profeta. O apóstolo Paulo, inspirado por Deus, nos ensina que a atitude cristã, principalmente diante do ressentimento é, com a ajuda de Deus, pois nem sempre é fácil,  "esquecer" (Filipenses 3.13).

2. O Rancor contra um irmão.

Esse texto de Lucas 15. 11-32, é muito interessante nesse assunto "rancor e perdão", pois Jesus trata justamente do tema "perdão", que é dado por Deus a todos que se arrependem, como resposta dele aos fariseus que o acusavam de "receber pecadores e comer com eles" (Lc 15.2). O Pai demonstra atitude de compaixão e perdão ao filho i grato (Lc 15.20), enquanto o outro o irmão mais velho demonstra uma atitude hostil, de indignação (Lc 15.28, 29). Nesta parábola de Jesus, o "Pai" representa a pessoa de Deus, enquanto o "filho mais velho" (v.25), representa os que se consideravam "justos e obedientes" fariseus (v.29). O rancoroso geralmente se considera injustiçado por aquele que lhe causou a ofensa (v.29,30).

2. A atitude do Pai.

Na atitude do Pai nessa parábola,  vemos como Deus nos trata coofensoreores contra Ele, pois o pecado é uma atitude de ofensa contra Deus. Ele está sempre disposto a nos perdoar e restaurar, e essa é a mesma atitude que Ele espera de nós (Mt 6.12, 14-15).

2.3 A atitude do irmão.

Vemos na atitude do irmão,  o quanto ele nutria sentimentos hostis em relação ao irmão (v.30) e sua atitude em relação ao pai.  O rancor surge desse ato de ressentir, ou seja, sentir novamente a tristeza e os sentimentos de danos vividos na ofensa causada pelo próximo. No caso dos fariseus, eles se consideravam justos e melhores perante Deus do que aqueles pecadores, que tanto o ofenderam, e que agora recebiam tanta graça e amor dados po Deus, através de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

3. Um sentimento perigoso.

O rancor é vencido pelo perdão. Ele não pode ser alimentado, pois ele traz prejuízos e danos para todos. Na presença do rancor, o rancoroso entre todos é o maior perdedor. O que devemos então fazer diante do rancor?

3.1 Esquecer a ofensa destrói o rancor.

O perdão divino é o exemplo que devemos seguir ao liberarmos perdão ao nosso próximo. Veja o que diz Miquéias: "Ele esquece" (Mq 7.18-19). Precisamos busfar a ajuda dEle para vencermos tal sentimento, pois humanamente é muito difíci. Em Gálatas,vemos que a "longanimidade é uma das características do fruto do Espírito. (Gálatas 5.22). "longanimidade" é ter paciência,  ser tardio para irar-se ou para o desespero. (Efésios 4.32, Colossenses 3.12, 1 Pedro 2.3).

3.2 Atitude divina, o exemplo a ser seguido.
Já que vimos o significado da palavra "rancor" devemos verificar também o significado da palavra "perdão": Desculpar, absolver, remitir (pena, culpa, dívida, etc).
No grego, esta palavra como verbo:
aphiemi. Significa "enviar para frente, mandar embora, despachar."
Encontramos também como substantivo:
aphesis denota "soltura, libertação".

São atitudes que Deus tem em relação a nós (Miquéias 7.19, Isaías 43.2), e que Ele espera que tenhamos em relação ao nosso próximo (Mateus 18.32,33).

3.3 Rancor, uma ferramenta nas mãos do inimigo.

Vemos na Palavra de Deus tragédias que foram evitadas porque em Deus foi buscada a vitória contra o rancor. O maior exemplo disto é o caso de Esaú (Gn 33.4,5). Ao vermos essa cena, nem parece o mesmo Esaú que se consolava desejando matar Jacó (Gn 27.42).
As condições para receber o perdão são arrependimento e confissão (Mateus 18.15-17; Lc 17.3). Quando alguém vem nos pedir perdão,  com a ajuda de Deus devemos perdoar, pois assim seremos vitoriosos, fazendo o bem para nós, nosso próximo e desarmaremos o adversário de nossas almas.  O amor é a essência do Evangelho (João 3.16), conforme muito bem conclui o Pr. Israel Maia.

Referências.
Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD;
Dicionário Folha Aurélio;
Dicionário VINE, CPAD;

Comentário Bíblico Beacon, CPAD.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

ENFRENTANDO O SENTIMENTO DE REJEIÇÃO

ENFRENTANDO O SENTIMENTO DE REJEIÇÃO

Is 49.14-16.

Comentário para a lição de n.11, para a revista Betel de Escola Bíblica Dominical “Enfermidades da Alma”, escrita pelo Pr. Israel Maia.

1. O que é o sentimento de rejeição.

Quem é que nunca se sentiu rejeitado em algum momento da vida? Não há quem nunca foi deixado de lado em uma brincadeira de criança, ou foi abandonado por uma namorada ou namorado? Esquecido na hora de ser convidado para uma festa, despedido de um emprego?

O sentimento de rejeição é provavelmente a ferida psicológica mais comum e recorrente em nossas vidas. Segundo o doutor em psicologia e especialista em terapia de casais Guy Winch, autor do livro “Primeiros Socorros Emocionais”, de acordo com artigo publicado pelo “UOL”, ele diz que:

“As rejeições são os cortes e arranhões psicológicos que machucam a pele emocional e penetram na carne.”

Como define o Pr. Israel Maia, ela deixa marcas que perseguem o indivíduo ao longo dos anos, condenando-o a um estado permanente de medo, tristeza e isolamento (Gn 3.9-10).

Cada pessoa reage de modo único as experiências que marcam a sua história de vida. Esse sentimento começa, na maioria das vezes surgir na infância, na experiência familiar ou social, no convívio escolar. Ela pode pensar que é rejeitada, como biblicamente temos o exemplo do irmão mais velho do filho pródigo (Lucas 15.25-32). Outra situação é quando a pessoa realmente é deixada de lado em preferência do pai ou mãe em relação a outro filho, como vemos, por exemplo, no caso de Isaque que amava mais a Esaú, e Rebeca que amava a Jacó (Gn 25.28). Jacó, de modo consciente ou não, teve o mesmo comportamento errôneo, a demonstrar preferência a José em detrimento aos seus irmãos (Gn 37.3-4).

A pessoa que se sente rejeitada pode canalizar esse sentimento internamente, ou externamente.

Internamente gerando sentimentos de baixa autoestima, culpa, timidez, complexo de inferioridade.

Externamente a pessoa se torna agressiva, para se defender do seu sentimento de carência e rejeição. Usam de agressividade como máscara para esconder e se defender desse sentimento, como vemos o exemplo do comportamento dos irmãos de José e sua agressividade em relação a ele (Gn 37.18-20).

Esse sentimento de dor, conforme explica a terapeuta de casais em entrevista ao UOL, Marina Vasconcellos, se dá pelo fato de que “O ser humano tem necessidade de ser aprovado, de ser aceito. Pertencer a uma sociedade, a uma família, é uma necessidade básica. E a rejeição tira esse direito. Fica um vazio.”

A dor da rejeição é uma dor profunda, como se uma faca estivesse entrando no peito da pessoa rejeitada. Neste livro “Primeiros Socorros Emocionais”, Winch cita estudos realizados por meio de ressonância magnética, que mostra que a dor da exclusão ativa no cérebro as mesmas áreas acionadas pela dor física.

Hoje em dia, segundo avalia Aracelli Albino, presidente do Sindicato dos Psicanalistas do Estado de São Paulo, as pessoas estão menos capazes de lidar com as rejeições impostas pela vida moderna. Segundo ele, “Há pessoas que acham que todos têm de fazer o que elas querem.”

O SENTIMENTO DE REJEIÇÃO NA IGREJA

Viver dentro de uma igreja não significa que seremos pessoas saudáveis se reconhecermos que nossos 
problemas existenciais forem reconhecidos, encarados e resolvidos.

Devemos ter em mente que somos amados por Deus; que Ele nos ama, como uma pai aos seus filhos (João 1.12; Romanos 8.39).

O amor que Ele tem por nós excede o amor que uma mãe tem pelos seus filhos (Is 49.14,15)

O Sentimento de rejeição deve ser combatido com oração e comunhão entre o povo de Deus (Salmo 133; Atos 2.42-44). Temos responsabilidades uns com os outros para nos ajudarmos, confortarmos e edificarmos uns aos outros (Gálatas 6.2; Romanos 15.1-3).

Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo experimentou o maior sentimento de rejeição. Por isso, quando enfrentarmos esse tipo de sentimento, podemos lembrar que no Senhor Jesus, temos graça e misericórdia, para nos ajudar em tempo oportuno. (Hb 4.14-16).

Referências.
Comentário Bíblico Beacon, CPAD.
Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD.

www.uol.com.br 

sábado, 7 de junho de 2014

SUPERANDO O COMPLEXO DE INFERIORIDADE

SUPERANDO O COMPLEXO DE INFERIORIDADE.

Comentário para a lição 10, para a revista da Escola Bíblica Dominical"Enfermidades da alma", do Pr. Israel Maia.

1. O que provoca o complexo de inferioridade.
Alfred Adler, um psiquiatra europeu, escreveu que todo mundo tem sentimentos de inferioridade. Isso ocorre quando nos comparamos com o outro de maneira desfavorável; Quando não temos uma correta visão de nós mesmos. Foi Adler que nomeou essa enfermidade da alma de complexo de inferioridade.
Nos comparar com os outros podem nos trazer sentimentos de inadequação e muito sofrimento. Adler acreditava que só podemos escapar desta armadilha de complexo de inferioridade se pararmos de nos comparar com os outros e deixarmos para trás o desejo comum de sermos superiores. Outros autores mais recentes têm defendido a idéia de que os indivíduos vencem a inferioridade desenvolvendo uma autoestima positiva e saudável.

Autoimagem e autoestima tem diferença nas definições:
Autoimagem: Se refere a idéia que fazemos de nós mesmos.
Autoestima: Significa algo ligeiramente diferente. Esse termo se refere à estimativa que uma pessoa faz acerca de seu próprio valor, sua competência e importância.
Enquanto a autoimagem e o autoconceito envolvem uma descrição, a autoestima envolve uma avaliação.
Sentimentos de culpa e experiências passadas podem contribuir para o desenvolvimento do complexo de inferioridade.

Relacionamentos inadequados entre pais e filhos também contribuem para o desenvolvimento desse complexo. Muitos estudiosos concordam que esse sentimento de inferioridade e baixa autoestima, portanto nascem em casa, pois a base da autoestima de uma criança se forma durante os primeiros anos da infância.
Isso se dá quando os pais exageram em criticas em relação aos filhos e negligenciam as manifestações de amor e carinho. Ocorrem quando:

Criticam, envergonham, rejeitam e repreendem repetidamente;
Estabelecem padrões e metas inatingíveis para a criança;
Expressam a expectativa de que a criança vai fracassar;
Castigam muito e severamente;
Insinuam que a criança é um estorvo, estúpida ou incompetente;
Evitam carinhos, abraços e toques afetivos;
Superprotegem ou dominam as crianças, de modo que elas fracassam mais tarde quando tem de se virar sozinhas.

1.1 Os principais sintomas do complexo de inferioridade.

Elas podem se sentir isoladas e repelentes;
Se sentir incapazes de superar suas deficiências e não ter motivação para se defenderem;
Sentir raiva, mas ter medo de provoca esse sentimento nos outros, oi de chamar a atenção para si mesmas.
Ter dificuldade de se relacionar nem com os outros;
São submissas, dependentes e que se magoam facilmente;
Tem pouca curiosidade e criatividade;
São mais fechadas, menos inclinadas a conversarem e se abrirem com as outras pessoas;

1.2 Complexo de inferioridade na igreja.

Muitos de nós que somos cristãos devido ao ensinamento bíblico sobre o nosso estado pecaminoso que separa a humanidade de Deus, corremos o risco de nos entregarmos a esse sentimento e acreditarmos que não temos valor para Deus, devido aos nossos erros, imperfeições e limitações diante dEle.
No entanto, biblicamente essa visão nos deve levar a reconfortante visão do amor e da graça de Deus. Mesmo tendo essa natureza, a Palavra de Deus enfaticamente declara:
 Ele me amou. ( João 3.16; Romanos 6.23).
 Ele nos amou não pelas obras de justiça que houvéssemos realizado, mas por sua graça (Efésios 2.8-10).
Ele nos amou mesmo quando éramos como ovelhas perdidas, como moedas de valor perdidas ou um filho rebelde que quis desfrutar dos bens de seu pai sem ter nada com ele, desejando a sua morte (Lucas 15).
Ele nos amou ao ponto de não nos chamar de servos, mas amigos (João   ),
Nos amou ao ponto de nos permitir chamá-lo de Pai (João 1.12; Romanos 8  ).

1.3 Como se comporta quem sofre desta enfermidade.
Além dos sintomas e comportamentos já citados, podemos ainda, segundo Gary Collins citar que a baixa autoestima e a inferioridade podem contribuir para:
Falta de paz e segurança interior
Pouca autoconfiança
Isolamento social
Propensão a sentir ciúmes e a criticar os outros
Conflitos interpessoais
Autocrítica, autorejeição e ódio contra si mesmo.
Depressão
Impulso de obter poder, superioridade e controle sobre os outros.
Reclama de tudo, vive discutindo. É intolerante, não perdoa e é hipersensivel.
É incapaz de aceitar elogios ou expressões de amor.
Tendência a ser um mal ouvinte ou um mal perdedor.
Todos nós nos sentimos inferiores uma vez ou outra, no entanto, quando esses sentimentos de inferioridade duram por longo tempo, todas as ações, atitudes e sentimentos, valores e pensamentos do indivíduo são afetados.

2. GIDEÃO E O ANJO DO SENHOR
Esse pensamento de Gideão é compreensível se entendermos o contexto que Gideão vivia. A motivação existente para a opressão Midianita era forte. Por fazerem o que era mal aos olhos do Senhor, Deus permitiu que os Israelitas fossem oprimidos pelos Midianitas por sete anos. Os  midianitas eram uma tribo nômade que habitava no deserto da Arábia a leste do mar Morto e das fronteiras de Moabe e Edom. Cinco famílias de midianitas eram descendentes de Abraão e  Quetura (Gn 25.2,4). Os mercadores midianitas compraram José e o levaram para o Egito (Êx 3.1). Os midianitas estavam entre aqueles que foram enviados a Balaão para fazer com que ele amaldiçoasse Israel (Nm 22.4-7). Enquanto se encaminhavam para Canaã, os israelitas mataram cinco reis de Midiã (Nm 31.8), pilharam toda uma região (Nm 31.10,11) e assassinaram a população masculina e todas as mulheres casadas (Nm 31.7). Portanto, as invasões midiaitas foram motivadas não apenas pelos despojos que foram tomados, mas por um desejo de vingança contra os israelitas. É neste contexto que vivia Gideão e que exerceu grande influencia sobre ele.

3.  O CAMINHO PARA CURAR-SE DO COMPLEXO DE INFERIORIDADE.
 Como se vê a pessoa com esse problema.
É muito interessante o modo como o Anjo do Senhor se dirigiu à Gideão: O Senhor é contigo, varão valoroso. (Jz 6.12).
A pessoa com esse problema se vê sempre como inferior, sem se valorizar. Porém o Senhor sempre mostra que temos valor para Ele.
O Senhor através deste fato ocorrido com Gideão nos mostra que com Ele, nunca seremos livres dos conflitos, mas com a ajuda dEle seremos vitoriosos em meio as lutas e aflições.





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