quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

A CENTRALIDADE DA PALAVRA DE DEUS

A CENTRALIDADE DA PALAVRA DE DEUS
(Salmo 19)
A Palavra do Senhor é central para nós porque vemos nela quatro características que provam  isso:
I – Ela é central porque é necessária para nós;
II – Ela é central porque é Autoridade sobre nossa vida;
III – Ela é central porque é suficiente para nós;
IV – Ela é central porque é clara em revelar a vontade e salvação de Deus para nós.

I – A PALAVRA DE DEUS É NECESSÁRIA PARA NÓS (Salmo 19.1-4)
            O Salmista diz que os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra de suas mãos. A criação nos deve levar a glorificar a Deus, reconhecendo sua divindade e seu eterno poder (Romanos 1.20). Entretanto, a revelação contida na Palavra de Deus é necessária. Ao dizer que ela é necessária, significa dizer que a Bíblia é necessária para conhecer o evangelho, para conservar a vida espiritual e para conhecer a vontade de Deus.
II – A PALAVRA DE DEUS É CENTRAL PORQUE É AUTORIDADE SOBRE NOSSA VIDA (Salmo 19.7)
Ela é chamada “A Lei do Senhor” (Salmo 19.7). Ela tem autoridade. Falar que ela tem autoridade significa dizer que todas as Palavras da Escrituras são Palavras de Deus, de modo que não crer em alguma Palavra da Bíblia ou desobedecer a ela é não crer em Deus ou desobedecer a Ele.
III – A PALAVRA DE DEUS É CENTRAL PORQUE É SUFICIENTE PARA NÓS.
Dizer que as Escrituras são suficientes significa dizer que a Bíblia contém  todas as palavras divinas que Deus quis dar ao seu povo em cada estágio da história da redenção e que hoje contém todas as Palavras de Deus que precisamos para a salvação, para que, de maneira perfeita, nele possamos confiar e a ele obedecer.
2 Timóteo 3.15; Tiago 1.18; 1 Pe 1.23.

IV – A PALAVRA DE DEUS É CENTRAL EM REVELAR VONTADE E A SALVAÇÃO DE DEUS PARA NÓS. (Salmo 19.12-14)
Dizer que as Escrituras são claras é dizer que a Bíblia está escrita de modo tal que seus ensinamentos podem ser compreendidos por todos os que a lerem buscando o auxílio de Deus e se dispondo a obedecê-la.
Essa afirmação não nega o fato de que até mesmo muitos servos de Deus sinceros interpretam a Palavra do Senhor erroneamente. Isso se deve ao fato de além de nossa limitação humana, o uso incorreto das regras de interpretação.
Entretanto, a Palavra do Senhor é clara em mostrar a nossa natureza pecaminosa e a nossa necessidade de um salvador. Ela aponta para Jesus. A Bíblia Sagrada Claramente nos revela que o Senhor Jesus Cristo é nosso Salvador (João 3.16).
Ele mesmo disse isso aos seus discípulos (Lucas 24.25-32; 44-48).
Que o Senhor nos abençoe que a Sua Palavra seja  o centro na vida de cada um de nós! Amém!


quinta-feira, 2 de julho de 2015

OS MILAGRES DO NOVO TESTAMENTO

capa3tri2015
OS MILAGRES DO NOVO TESTAMENTO
(cometários adicionais para a lição de n.1) (agora também em:https://manejandobemapalavradaverdade.wordpress.com/)
Texto Áureo
“E se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a nossa fé.” 1 Co 15.14.
Textos de Referência: Ef 2.1-3,6.
Introdução:
Uma nova dispensação para a humanidade é inaugurada em Jesus. Sem Ele nada do que foi feito se fez (Jo 1.3). Sua ressurreição redime o pecador, traz esperança e cura toda a sorte de males através de Sua graça infinita.
  1. O SIGNIFICADO DOS MILAGRES DE JESUS.
Todos os evangelhos destacam o poder milagroso de Jesus. Até mesmo seus adversários destacaram esse poder, acusando-o de serem realizados por Belzebu (Mt 12.22-24). Seus adversários não duvidaram da veracidade dos milagres de Jesus, mas sim da fonte desses milagres. De fato, nenhum homem, profeta ou líder religioso se compara ao Senhor Jesus, em todos os aspectos de sua vida e em seus feitos e obras.
Vemos a sua autoridade destacada sobre:
  • Autoridade sobre seus ensinamentos (Mt 7.28-29);
  • Autoridade sobre as enfermidades (Mt 8.3, 5-10, 14-17);
  • Autoridade sobre a natureza (Mt 8.23-27);
  • Autoridade sobre os demônios (Mt 8.28-33);
  • Autoridade para perdoar pecados (Mt 9.6);
  • Autoridade sobre a morte (Lc 7.13-16; Jo 11.25-26,43-44).
De fato, todos que o conheciam e experimentavam os seus milagres podiam dizer: “Tudo faz bem; faz ouvir os surdos e falar os mudos.” (Mc 7.37).  Jesus pregava o evangelho não apenas com a Palavra, mas com a realização de milagres, demonstração do poder de Deus, Por isso todos se admiravam:
“E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!” (Mc 1.27).
Os milagres de Jesus anunciam a vinda do Reino de Deus (Mc 1.14-15). Tanto João Batista, o precursor de Jesus, como o Senhor Jesus anunciaram a vinda do Reino de Deus, e a autenticidade da oferta do Reino foi provada por sinais e milagres. Podemos ver na pergunta de João Batista a Jesus e a resposta que o Senhor deu à ele (Mt 11.3-6). Podemos ver também na resposta de Jesus aos fariseus (Mt 12.28). Podemos concluir que cada milagre que o Senhor fez não destaca apenas o poder do Senhor Jesus, mas as condições que serão estabeecidas quando o Seu Reino for estabelecido.
  1. A MULTIFORME SABEDORIA DE DEUS.
Apesar de não ser intenção de Deus apenas impressionar aos homens pelos milagres, estes acontecem com a intenção de Deus apontar para algo maior, ou seja, a realidade de si mesmo para os homens. Milagres estão ligados com a providência de Deus, pois ele é soberano sobre cada aspecto de sua criação. Ele não é um Deus indiferente ou ausente de sua criação, mas presente em cada aspecto de sua criação.
Como podemos definir milagre? Segundo Wayne Grudem, podemos dar a seguinte definição: milagre é um gênero menos comum da atividade divina, pela qual Deus desperta a admiração e o espanto das pessoas, dando testemunho de si mesmo.”
Em relação aos milagres a Bíblia emprega principalmente três conjuntos de termos:
  • Sinal: significa algo que aponta ou indica outra coisa, especialmente a atividade e o poder de Deus;
  • Prodígio: Um evento que deixa as pessoas assombradas ou perplexas;
  • Milagres: Ato que exibe grande poder, o poder divino.
Podemos ver estes três termos combinados em Atos 2.22 e semelhantes em 2Co 12.12; Hb 2.4.
Toda essa demosntração do poder divino narrada nas escrituras tinham o objetivo final de autenticar a mensagem pregada pelo Senhor Jesus, e pela igreja: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo par perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.” (Atos 2.38).
O objetivo principal de Deus é trazer salvação aos homens, proporcionar a eles o milagre do novo nascimento (João 3.5-8; 1 Timóteo 1.12-15; Tito 3.3-7).
  1. A RESSURREIÇÃO, O PILAR DA FÉ CRISTÃ.
Apesar de um dos símbolos mais conhecidos do cristianismo ser uma cruz, poderíamos facilmente concordar que seu símbolo poderia ser, como defendeu alguém, o sepulcro vazio. A ressurreição de Cristo é um fato histórico, e parte da pregação do evangelho (1 Co 15.1-8).
Ela é tão importante para a nossa fé, que a Palavra de Deus declara que se ela não houvesse ocorrido, tanto a nossa pregação como a nossa fé seria vã (1 Co 15.14).
Uma das curiosidades a respeito da ressurreição e que prova sua autenticidade é que a princípio os apóstolos não creram (Mc 16.9-14). Foi o encontro com o Senhor ressurreto que os transformou o estado deles de temor para de ousadia, para pregarem com o poder do Espírito Santo a Palavra de Deus com poder. Ninguém morreria, como eles, em prol de uma mentira. Eles morreram pregando a Palavra de Cristo é o Senhor, e que Ele ressuscitou. Foi o Cristo ressurreto que transformou Saulo, perseguidor da igreja, em Paulo, o apóstolo dos gentios (Atos 9).
Vemos nos evangelhos que cada um que teve um encontro pessoal com o Cristo ressurreto são transformados diante da situação que se encontram:
  • Maria, do luto recebe a missão de anunciar aos apóstolos que ele ressuscitou (Mt 28.9-10);
  • Os discípulos, do medo para a alegria (Lc 24.36-43);
  • Tomé, da dúvida, levado a fé (João 20.24-28).
A experiência com o Senhor Ressuscitado ainda hoje é transformadora!
“O LENÇO QUE TINHA ESTADO SOBRE A CABEÇA DE JESUS”
Devido ás poucas referências a este tema, gostaria de aproveitar a oportunidade para fornecer um comentário sobre o texto de João 20.6-8.
Dentre vários comentários, baseados em especulações sobre o significado deste “lenço”, encontro esta referência embasada nos costumes de sepultamento dos dias de Jesus, no antigo livro de Pierre Barbet, “A Paixão de Jesus Cristo, segundo o cirurgião, das edições Loyola, 1976, pp.189-192. Este “lenço”, na verdade, não era um pequeno pedaço de pano, como a primeira vista podemos pensar, mas na verdade uma peça de aproximadamente quatro metros, que envolvia o corpo, passando sobre a cabeça. Era envolvida por especiarias e  outras faixas. Essa peça dobrada a parte, que envolvia o corpo e que passava sobre a cabeça, que chamou a atenção do evangelista João.
Bons estudos!
Referências:
A Paixão de Jesus Cristo, segundo o cirurgião. Autor: Pierre Barbet.
Teologia Sistemática. Autor: Wayne Grudem.
Manual de Escatologia. Autor: J. Dwight Pentecost.
O Comentário de João. Autor: D. A. Carson.
Bíblia de Estudo Pentecostal.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

CONHECENDO AS LIMITAÇÕES DO TEMPO

CONHECENDO AS LIMITAÇÕES DO TEMPO
Lição 2 – 12 de Abril de 2015.
Após aprendermos sobre como se iniciou o período do cativeiro hebreu, aprenderemos nesta lição sobre as fases da vida de Moisés, desde as suas raízes familiares e crescimento no Egito e mostrar como estes foram fundamentais ao propósito de Deus, os frutos da atitude pessoal de Moisés em relação ao seus chamado e aprenderemos sobre a importância de discernirmos o tempo nos quais estamos inseridos.

1. MOISÉS, ESCOLHIDO PARA SER LIBERTADOR.

Em Atos 7.18-34, vemos no discuros de Estevão diante do sinédrio, um breve resumo da vida de Moisés. Ele passou por três fases significativas em sua vida: No palácio de faraó (Atos 7.21-22); No deserto de Midiã (Atos 7.29) e como líder e libertador do povo de Deus na saída da terra do Egito e rumo a terra prometida (Atos 7.30-38).
1.1 MOISÉS E O TEMPO DA INICIAÇÃO

Antes de ir para o palácio de faraó e ser criado em toda a ciência dos egípicios Moisés foi criado por sua mãe, Joquebede, até que “...sendo o menino já grande, ela o trouxe à filha de Faraó, a qual o adotou; e chamou o seu nome Moisés e disse: Porque das águas o tenho tirado.” (Êxodo 2.10).
Antes que este fosse para o palácio de Faraó, certamente ele foi criado por Joquebede no temor do Senhor. A fé que ela expressou em Deus quando colocou ele no cesto e o colocou no rio, onde é mencionada em Hebreus 11.23, certamente foi compartilhada ao seu filho enquanto esteve com ela.
Sobre este período a Bíblia é silenciosa, mas podemos ter um breve entendimento de sua criação com Joquebede se levarmos em consideração o que diz Flávio Josefo em seu livro
“A História dos Hebreus”, que nos relata que seu nascimento foi predito em sonho para seu pai Anrão, quando este orava ao Senhor pedindo pela misericórdia de Deus para com seu povo, pois ele temia que seu povo fosse exterminado pela ordem de faraó em relação a ordem de matar os meninos hebreus quando estes nascessem. Deus revelo a seus pais tanto o nascimento quanto a obra que por intermédio de seu filho Deus iria realizar . O texto de Atos 7.25 nos dá a impressão de que Moisés cresceu ciente desta revelação dada a seu pai e que no curto período que ficaram juntos ele aprendeu dentro de suas limitações o que seus pais passaram sobre o “Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó” que pessoalmente o chamaria anos mais tarde (Êxodo 3).

1.2. MOISÉS E O TEMPO DA FORMAÇÃO

A palavra de Deus nos relata que Moisés recebeu a melhor educação possível que os egípcios poderiam dar, e isso não o afastou do que deveria ser, ou seja, do plano de Deus para sua vida (Atos 7.21-22; Hebreus 11.24). Ele foi criado como filho da filha de faraó. Segundo Flávio Josefo, ela se chamava Termutis .

É importante ressaltar que o Egito era a maior nação da época. A arqueologia demonstra que nos dias de Moisés já havia uma adiantada cultura militar e literária por todo o Egito. E nada disto impediu o chamado de Deus em sua vida, mas foi muito importante para a obra que Deus iria realizar através dele. Como enfatizou nosso comentarista, “...por fora ele era egípicio, mas, por dentro, havia um hebreu clamando por liberdade e justiça.”

1.3. MOISÉS E O TEMPO DE JUSTIÇA.

Este episódio narrado em Êxodo 2.11 nos mostra que dentro de Moisés havia um senso de justiça e um ódio contra a injustiça que seu povo sofria durante todos esses anos pelos egípicios. Essas injustiças deram a Moisés um senso de Missão. Porém ele não tinha autoridade dos egípicios para corrigir estes males e nem Deus o havia comissionado ainda. Quando agimos por conta própria, enfrentamos dificuldades.

Ao saber que o que ele havia feito contra o egípicio fora descoberto, fugiu para a terra de Midiã, onde seria chamado pelo Senhor quarenta anos depois (Atos 7.30). Ele havia aprendido sobre os egípicios e sobre a aflição e opressão dos hebreus, no entanto o povo não estava pronto para apoiar o seu libertador e nem Moisés estava pronto para cumprir o chamado de Deus em sua vida. No deserto ele teve de esperar o tempo de Deus, para receber a autoridade e as instruções do Senhor. No entanto, sua decisão de ficar do lado do povo de Deus merece toda a atenção (Hebreus 11.24-25).

2. DA RIQUEZA DO PALÁCIO À ESCASSEZ DO DESERTO.

2.1.ASSENTADO JUNTO AO POÇO.

 Assentado junto ao poço (Êxodo 2.15), na terra de Midiã, cremos que Moisés não entendia o que se passava e podia até mesmo pensar que não poderia mais retornar ao Egito e ser usado por Deus em favor de Israel. No entanto Deus direcionava sua vida, e alí na terra de Midiã uma nova fase de sua vida se iniciava.

2.2. EGÍPCIO OU HEBREU.

Êxodo 2.19. É impressionante os misteriosos caminhos de Deus. No deserto Deus o usaria para guiar o seu povo até a terra prometida. No entanto ali, ele não seria mais Moisés “o egípcio”, mas Moisés “o Hebreu”, de fato quem ele realmente era. No tempo oportuno ele voltaria comissionado por Deus e revestido de sua autoridade como o libertador de seu povo (Êxodo 4.16). Isto se deu quarenta anos depois.

2.3 CONFORTADO PELO SENHOR.

Os midianitas eram descendentes de Quetura e Abraão (Gn 25.1-4). Habitavam nas redondezas do monte Sinai, na península do Sinai a leste do Egito, do outro lado do mar Vermelho. Esta montanha também era conhecida por “Horebe” (Êxodo 3.1). Deus confortou o seu servo dando-lhe uma família. Deus se preocupa conosco e cuida de nós. Reuel, também conhecido como Jetro em outras partes do texto (Êxodo 3.1, 4.12), significa “amigo de Deus”. Este lhe deu como esposa uma de suas sete, Zípora. O nome de seus dois filhos demonstra o entendimento que ele tinha daquela fase de sua vida: Gérson e Eliézer (Êxodo 18.2-4).

É importante entendermos que durante o tempo em que Moisés estava em Midiã, sendo preparado por Deus e aprendendo as disciplinas do deserto, o povo de Israel sentia mais intensamente o peso da escravidão (Êxodo 2.23) “suspiraram por causa da servidão e clamaram”. Eles mantinham o povo sobre cruel servidão.

Deus só execultou a libertação de seu povo quando o povo e Moisés estivessem prontos. A escravidão no Egito uniu o povo de Israel no desejo por liberdade e na consciência de que apenas Deus poderia livrá-lo.

3. O TEMPO E SEUS ENSINAMENTOS.

3.1. ENTENDENDO A VONTADE DE SEUS.
             Deus tem um plano para cada um de nós e deseja que nós saibamos qual é. Todo servo de Deus que foi usado por ele, entendeu a vontade do Senhor em sua vida. Podemos citar como exemplo, além do próprio Moisés, Abraão, Elias, David, Jeremias, Pedro e Paulo, entre outros. Precisamos entender a vontade do Senhor para que possamos experimentá-la. Ela é boa, perfeita e agradável (Romanos 12.2). Porém precisamos entender que existe o seu tempo para que seus planos se cumpram em nossa vida, cabendo a nós demonstrarmos a nossa confiança no Senhor e em suas promessas permanecendo firmes em sua presença.

3.2 ENTENDENDO O TEMPO DE DEUS.
             Quando entendemos o tempo de Deus, aproveitamos melhor as fases que Ele nos permite passar. Quando chegou o tempo de Deus na vida de Moisés, o Senhor em pessoa confirmou que aquela era a hora (Atos 7.34). No entanto enquanto ele tentou agir por si mesmo quase pôs tudo a perder. Quantos ministérios começaram errados e não prosperaram por que não esperaram o tempo de Deus, ou simplesmente agiram sem Deus têm los chamados! Todo sucesso ministerial verdadeiro está condicionado à uma total submissão a Deus, que confirma no seu tempo com autoridade celestial.
3.3. ENTENDENDO O PREPARO DE DEUS.
          O Tempo de Deus não é apenas um tempo de espera passiva, mas também um tempo de preparação, onde somos preparados pelo Senhor para vivermos o que Ele tem para nós. Devemos ter isso em mente que no aparente silêncio do Senhor, ele falava e agia poderosamente não só na vida de Moisés, mas na vida do próprio povo ao qual ele seria enviado.
         Não era apenas Moisés que passava por um deserto mas o povo de Israel também passava pelo “deserto” do cativeiro e da opressão. Quando o povo clamou a Deus por causa da servidão que viviam, diz a palavra que “...ouviu Deus o seu gemido e lembrou se Deus do seu concerto com Abraão, com Isaque e com Jacó.” (Êxodo 2.24).

CONCLUSÃO

Que esses ensinamentos sobre as fases da vida de Moisés nos façam aprender que Deus cuida de cada fase de nossa vida e que viveremos o que Ele tem para nós quando o desejarmos mais do que as suas próprias promessas. Assim, permaneceremos na presença do Senhor passando pelo teste do tempo.

segunda-feira, 9 de março de 2015

7 DECISÕES QUE PODEM SALVAR A FAMÍLIA

7 DECISÕES QUE PODEM SALVAR A FAMÍLIA
 (2 Samuel 11-18.33).

Na família de David vemos que se ele ou os membros de sua família tivessem tomado as decisões corretas diante dos conflitos que enfrentaram muitas dores e perdas teriam sido evitadas. Podemos tomar as decisões acertadas conforme a Palavra de Deus. Tomemos agora mesmo essas decisões:

1. Decida ser fiel ao seu cônjuge (2 Sm11);
2. Decida estar mais tempo com a família (2 Sm13);
3. Decida exercitar o perdão (2 Sm13.21-23);
4. Decida dialogar e enfrentar os problemas em busca de paz (2 Sm13.37);
5. Decida honrar os seus pais (2 Sm15 .6);
6. Decida expressar o amor pelos membros de sua família enquanto pode (2 Sm18. 33)
7. Decida ser fiel a Deus (2 Sm 12.9).

Alan G. Sá.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...